AVALIAÇÃO: 4/5 EDITORA: PARALELA, CORTESIA ISBN: 9788584390502 GÊNERO: CHICK-LIT, ROMANCE PUBLICAÇÃO: 2016 PÁGINAS: 240 SKOOB

AVALIAÇÃO: 4/5
EDITORA: PARALELA, CORTESIA
ISBN: 9788584390502
GÊNERO: CHICK-LIT, ROMANCE
PUBLICAÇÃO: 2016 PÁGINAS: 240
SKOOB

Atenção: Esta resenha pode conter spoilers dos volumes anteriores!

O bebê de Bridget Jones – Os diários, da Helen Fielding, é o quarto livro da série Bridget Jones, apesar disso algumas pessoas falam que esse livro pode ser o considerado o terceiro da série e não o quarto. Quando eu ler o Bridget Jones – Louca pelo Garoto tirarei as conclusões.  Assim como os dois primeiros livros da série, já teve adaptação cinematográfica e foi relançado pela editora Paralela em setembro de 2016.

O livro possui o formato de diário, assim como os outros, mas esse é destinado ao futuro bebê de Bridget que está a caminho, por isso já na introdução do diário ela escreve “Querido Billy, tenho a sensação de que algum dia você vai acabar descobrindo tudo, então é melhor eu contar. Estes são trechos dos meus diários, escritos em uma época bem confusa (…)”.

Que a vida de Bridget Jones é uma bagunça isso já sabemos, ela já se envolveu em cada situação… Passados cinco anos de seu rompimento com Mark Darcy, ela agora ouve comentários que ele – sim, aquele com quem ela quase se casou – está divorciado, e em um reencontro com ele a chama do amor se reacende e de repente lá se encontra Bridget na cama de Darcy.

Mas é claro que a história pode se complicar mais ainda, pois ela acaba encontrando Daniel, seu antigo chefe, e, assim como Mark, quando viu já estava na cama com ele. Até que ela descobre que está grávida e entra em parafusos para descobrir quem é o pai.

Para ajudar, Bridget está em idade avançada e devido a isso sua gravidez é de risco, e para fazer teste de DNA seria necessário realizar amniocentese – e nesse exame existe um pequeno risco de aborto. Como Bridget opta por não realizar o exame, ela deve então contar para os dois, mas como contar?  No livro vemos relatos dela indo ao exames com eles, fazendo cursos básicos para recém-nascidos.  O pai é revelado após o nascimento do bebê.

A leitura flui fácil, apesar de não ser meu favorito da série ele me arrancou várias risadas. Ainda não vi o filme e espero conferir em breve. A capa também está combinando com as outras, gostei do tom de azul que utilizaram, a diagramação está muito boa – igual os anteriores. Espero que “Bridget Jones – Louca pelo Garoto” saia logo com a capa nova, pois estou louca para ler e para completar essa coleção.

O engraçado da série da Bridget Jones é que as mulheres conseguem se identificar. São histórias que mulheres de todas as idades conseguem se ver em pelo menos algumas das situações vividas pela personagem. Além disso, você consegue relaxar durante a leitura e dar boas gargalhadas.  Outro ponto positivo é que são livros relativamente pequenos, tornando a leitura rápida e bem envolvente.


Conheça os outros títulos da série  Bridget Jones:

1. O diário de Bridget Jones (2016)

2. No limite da razão (2016)

3.  Louca pelo garoto (2013)

4.  O bebê de Bridget Jones – Os diários (2016)


 

Sobre o autor
Stephany Guebur Stephany Guebur, 21 anos (05/01) – Paraná Jornalista. Começou a ler no ensino fundamental, porque quanto mais livros apresentava, mais ganhava pontos na média. A partir daí, descobriu que ler é maravilhoso e que podemos viajar sem sair do lugar. Apesar de ter dado uma parada entre o ensino médio e a faculdade, sempre lia um livro aqui, outro ali. Entre seus livros favoritos estão a série "O Diário da Princesa", "Na Natureza Selvagem", e os de Monteiro Lobato, com os quais entrou no mundo da literatura, como muitas outras crianças. Além disso, é apaixonada por séries e viagens.


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