terça-feira, 25 de agosto de 2015

Avaliação: 4/5
Editora: Intrínseca / Cortesia
ISBN: 9788580577075
Gênero: Ficção Canadense
Publicação: 2015
Páginas: 320
Skoob
Quando comecei a ler Estação Onze, eu não sabia direito o que esperar. O livro chegou aqui em casa em um kit lindo, preparado com carinho para os parceiros da Intrínseca. Assim que me deparei com a edição caprichada (a capa tem uma textura diferente, mais áspera, e uma imagem incrível), fiquei super curiosa para conferir. Fui sem muitas expectativas e me surpreendi bastante com essa obra, que me fez refletir sobre diversos aspectos, como as relações familiares, profissionais, sonhos e as ações do dia a dia.

Se você espera de Estação Onze um romance pós-apocalíptico frenético, mude seu ponto de vista, ou poderá se decepcionar. A história é focada muito mais no interior dos personagens do que no fato que dizimou a população. O livro se inicia com a morte do famoso ator Arthur Leander. Ele teve um ataque cardíaco no meio do palco, durante a apresentação da peça Rei Lear. Percebendo que aquilo não era encenação, Jeevan Chaudhary, um jornalista de entretenimento com treinamento em emergências médicas, tenta evitar que o pior aconteça. Isso não é suficiente e o fato deixa todas as pessoas envolvidas na peça tristes e chocadas com o acontecimento. No entanto, ninguém se assusta mais do que Kirsten Raymond, a pequena atriz de oito anos que fazia parte da peça e tinha uma certa relação de amizade com o ator. 

No mesmo dia, começam a surgir notícias de uma grave epidemia. A “Gripe da Geórgia”, como foi denominada, era transmitida em poucas horas e, em instantes, a pessoa afetada começava a perceber os sintomas, morrendo em um ou dois dias. A doença foi devastadora. O índice de mortalidade estimado em 99%. Conforme ela se espalhou pelo mundo, tudo parou de funcionar. Aos poucos, os estabelecimentos comerciais foram fechados, os telefones celulares ficaram sem serviço, os aeroportos fecharam, os jornais interromperam suas transmissões. A eletricidade acabou.

Vinte anos depois, as pessoas que sobreviveram à epidemia tentam seguir e reconstruir suas vidas. Nada é como antes. Os mais velhos relembram com nostalgia a praticidade da internet, as ligações móveis, inovações tecnológicas, uma música gravada, um simples banho quente. Os mais novos nem sabem o que é isso, não se lembram dos detalhes. Vagam por um mundo perdido, onde a criminalidade é o maior perigo. Saques e assassinatos são recorrentes. Entre essas pessoas que buscam continuar com suas vidas está um grupo de atores e músicos chamado Sinfonia Itinerante. Eles vagam entre os sobreviventes apresentando canções e peças de Shakespeare, tentando, por meio da arte, tornar a vida um pouco mais fácil.

Kirsten Raymonde, a pequena garota que presenciou a morte de Arthur Leander, agora está crescida e faz parte desse grupo. Desde pequena, guarda com carinho edições dos quadrinhos Estação Onze. O presente foi dado pelo ator Arthur Leander, quem considerava muito. Desde a tragédia da gripe, coleta informações do ator que foi tão importante em sua vida e lhe deu o presente mais precioso. Os quadrinhos são uma maneira dela fugir da triste realidade em que se encontra e o que ela mais deseja é saber mais sobre a história que fala sobre uma nave espacial e um mundo subaquático.

O livro, além de acompanhar um pouco da vida de Kirsten, é bastante focado na vida de Arthur e nas pessoas que foram importantes para sua vida. Conhecemos profundamente suas ex-mulheres Miranda e Elizabeth, o jornalista Jeevan, seu melhor amigo Clark, e um certo “profeta”, que teve participação importante em sua vida e será capaz de definir destinos no novo mundo. Todos eles são abordados de maneira mais analítica, tendo suas vidas e desejos desnudados perante o leitor. Este é o ponto mais alto da obra, já que a excelente construção dos personagens aborda, com riqueza, os relacionamentos, a vida, nossas relações profissionais, entre outras coisas que permeiam nossa existência.

A narrativa da obra é um pouco mais lenta por focar justamente no interior dos personagens. Não há tanta ação, mas o livro traz reflexões pertinentes. Por diversos momentos me coloquei no lugar dos sobreviventes e pensei em como seria difícil deixar tudo para trás, ver tudo se esvair de um dia para o outro: familiares e amigos queridos, bens materiais, inovações tecnológicas que nos parecem essenciais. O livro retrata a fragilidade da vida e como tudo é capaz de mudar de uma hora para outra. No fim da humanidade, o que realmente faz a diferença? É algo que fiquei me perguntando durante muito tempo.

A autora começa o livro com Arthur e termina o livro com Arthur, É incrível a forma como ela entrelaçou os acontecimentos e os personagens. Todos eles, de alguma forma, têm uma ligação. O livro é narrado em terceira pessoa e os capítulos são alternados entre pontos de vistas. Além disso, Emily fala sobre várias épocas. Desde muito antes da gripe, até vinte anos depois. Isso dimensiona e enriquece ainda mais a história, pois dessa forma é mais fácil acompanhar e entender os personagens principais. De maneira geral, Estação Onze é um livro que me surpreendeu muito, pois além de propor reflexão, mistura diversos elementos, como romance, ação, aventura e cultura. Recomendado!



Avaliação: 3,5/5
Editora: Chiado/Cortesia
ISBN: 9789896973896
Gênero: Romance Policial
Publicação: 2011
Páginas: 483

Quinze anos após se mudar de Sunningwell para Portugal, Jessica retorna para sua cidade natal a fim de começar uma nova vida e deixar seu passado de Portugal para trás. Lá ela revê várias pessoas que fizeram parte de sua infância, como sua amiga Lucy e seu marido Daniel – um daqueles “moleques encreiqueiros” da escola.


Em sua volta ela tembém tem a chance de reecontrar uma de suas antigas paixões de escola, uma que nunca pôde ser realmente vivida, mas que durante esse reencontro, 15 anos depois, reacendeu suas chamas com todas as forças: Jim Edwards, inspetor da polícia local.

Ambos acham que finalmente será sua hora, que finalmente poderão viver essa paixão que há entre eles, mas o destino – ou melhor, o ex-noivo de Jessica – não quis assim e eles começam a enfrentar toda a obsessão doentia e toda a violência de um homem apaixonado e rejeitado. Um homem que não vai desistir assim tão fácil de ter sua mulher de volta, de possuí-la somente para si. Marcus é completamente obcecado por Jessica, e vai tentar de tudo para consegui-la de volta.

Nessa empreitada eles contam com a ajuda de Sharon, policial parceira de Jim e que nutre por ele uma paixão secreta durante anos. Ela é a única pessoa que eles podem ao menos cogitar confiar. Só que nem tudo é o que parece, e até essa história chegar a um fim muitas águas vão rolar.

Para um enredo policial, a autora soube lidar razoavelmente bem. Não é uma trama exatamente original, e o desfecho é meio previsível, mas quando é bem trabalhada ela pode se sair muito bem, e isso a autora fez com algum sucesso.

O começo é meio devagar e demoramos a nos situar na história. Não sei se meu problema foi pela escrita ser no português de Portugal ou se eu apenas não estava no clima, mas demorei bastante a entrar no ritmo da história. Porém, quando as coisas deslancham, o livro começa a realmente ficar bom.

A autora desenvolve a trama de um jeito que nem tudo é o que parece. Ela nos mostra apenas o que os protagonistas vêem, e o que eles vêem são apenas máscaras, mentiras e falsidades.

A escrita da autora é bem fluida e simples, nada muito elaborado, mas que é fácil de ler. Os protagonistas são bem desenvolvidos, e para um policial isso conta muitos pontos. Não há nada pior para esse gênero que um vilão com uma personalidade disfuncional má construída. O enredo, como mencionei, não é original mas foi bem trabalhado – ao menos da metade para o final – e as reviravoltas são interessantes.

O romance que se desenvolve entre os protagonistas se dá de uma maneira bem trabalhada. A autora não simplesmente fez eles ficarem juntos e pronto, ela trabalhou primeiro eles como pessoas para só então trabalhar eles como um casal que se completa, o que me agradou bastante.

Definitivamente não é o melhor livro do gênero que eu já li, mas é bem satisfatório. Se você não for extremamente crítico e se ater ao ponto central da história vai gostar bastante desse livro. 

Por Larissa Gaigher
segunda-feira, 24 de agosto de 2015


Nesse mês de Agosto, pensando nos nossos queridos papais, escolhi 10 livros maravilhosos que mostram esses homens tão importantes na vida de seus filhos de modo diferente. O que podemos prender com nosso pai? Como ser um bom pai? É fácil criar um filho? E se o pai não conseguir demonstrar seu amor? E se o filho perdeu o pai? Espero que gostem

Dez bons conselhos de meu pai
Texto de João Ubaldo Ribeiro
Ilustração de Bruna Assis Brasil
Editora Objetiva
32 páginas

Inspirado nos ensinamentos que recebeu de seu pai, o livro apresenta conselhos importantes como não ser submisso, burro, amargo, nem medroso… As ilustrações de Bruna Assis Brasil deixam o livro ainda mais maravilhoso.

Eu e meu papai
Texto de Alison Ritchie
Ilustração de Alison Edgson
Editora Ciranda Cultural
32 páginas

Esse livro é uma graça, narrado pelo próprio ursinho, mostra como é passar o dia com seu pai, desde o beijinho que o acorda ao amanhecer, as coisas que aprende durante o dia e o carinho e proteção que recebe o tempo inteiro. 

Macaquinho
Texto de Ronaldo Simões Coelho
Ilustração de Eva Furnari
Editora Lê
16 páginas

Toda noite o macaquinho ia para a cama do pai. Cada dia era uma desculpa: ou porque estava com frio, ou com fome, ou com medo. E o papai nunca conseguia dormir, mas sempre resolvia o problema. Mas qual seria a verdadeira razão de querer ir para a cama do pai? Apaixonante essa história, apesar de antiga, mostra um problema atual, a falta de atenção que pais e mães enfrentam quando alegam que trabalham demais e não tem tempo para o filho.

O filho do Grúfalo

Texto de Julia Donaldson
Ilustração de Axel Scheffler
Editora Brinque-book
32 páginas

Quem conhece a divertidíssima história O Grúfalo tem a oportunidade de rir um pouco mais com essa história, no primeiro livro o rato utiliza de muita esperteza para se livrar de predadores da floresta, fingindo existir um monstro que o teme, apesar de pequeno. No final o monstro realmente existe e o ratinho consegue mais uma vez se livrar usando os predadores para afugentar o temível Grúfalo. No segundo livro o Grúfalo instrui seu filho a não entrar na floresta sozinho. Mas numa noite de tempestade o filho do Grúfalo desobedece as ordens de seus pai e sai, pé ante pé, no meio da neve. Por que será que filhos são tão desobedientes?

O homem que amava caixas
Texto e ilustração de Stephen Michael King
Editora Brinque-book
32 páginas

Livro comovente. Um homem que é apaixonado por caixas e que não consegue demonstrar seu amor ao filho. O modo como consegue diminuir a distância entre ambos e demonstrar seu amor através das ações é espetacular.

Papai só falava em aves
Texto de Adilson França
Ilustração Zubartez
Editora Scortecci
32 páginas

Era uma vez, um pai que sempre dava bons conselhos. Para cada conselho, uma metáfora, e para cada metáfora, uma ave. Assim acontece a bela história da amizade entre pai e filho, que nos ensina que cada pessoa tem suas peculiaridades, suas manias, devemos aprender com elas e conviver bem.

Papai é quase um herói
Texto e ilustração de Aline Abreu
Editora DCL
16 páginas

Os filhos imitam seus pais e para isso observam atentamente cada atitude, a história mostra que seu pai não é perfeito, mas é quase um herói, é super forte, super cozinheiro entre outros. Ma o que realmente importa é ser super pai.

Pê de pai
Texto de Isabel Martins Bernardo Carvalho
Ilustração Bernardo P. Carvalho
Editora Objetiva
32 páginas

Um pai faz coisas incríveis para proteger seu filho. Nesse livro o pai transforma-se em objetos do cotidiano que demonstra o carinho que tem para sua cria. Pai casaco, pai cavalinho, pai colchão… Um livro que olha de perto a relação de cumplicidade entre pai e filho. E que convida filhos e pais a descobrirem-se juntos ao virar de cada página.

Coisas importantes
Texto e ilustração de Peter Carnavas
Editora FTD
32 páginas

Mais um livro que indico, mãe e filho tentam superar a triste perda, numa casa onde tudo lembra o pai, chega a hora de desfazer-se desses objetos. Porém as coisas que foram doadas a uma loja, começam a reaparecer misteriosamente na casa, ao pegar o filho em flagrante mexendo nos pertences do pai, ele confessa que havia pegado tudo de volta. A mãe decide então organizar a casa e procurar lugares para guardar esses objetos que traziam tantas lembranças para ambos.

Harvey, como me tornei invisível
Texto de Hervé Bouchard
Ilustradora de Janice Nadeau
Editora Pulo de Gato
166 páginas

Infelizmente não são todos que conseguem o privilégio de poder desfrutar da companhia do pai. Harvey é o filho mais velho, porém ainda criança e conta como foi a primavera quando seu pai morreu repentinamente. A terrível experiência faz com que Harvey se torne invisível. Recomendo porque trata o tema de modo bastante sensível e delicado. Ilustração e texto tem extrema importância para tornar a história tocante.

domingo, 23 de agosto de 2015

Olá, pessoal!

Vamos conferir os lançamentos de agosto da editora Arqueiro?

Clicando na capa, você será redirecionado para o Skoob. 


O conde enfeitiçado (Os Bridgertons #6), de Julia Quinn
Em toda vida há um ponto decisivo. Um momento tão tremendo, súbito e impressionante, que a pessoa sabe que sua vida jamais será igual. Para Michael Stirling, o libertino mais infame de Londres, esse momento chegou na primeira vez que pôs os olhos em Francesca Bridgerton. Depois de uma vida de perseguir mulheres, de sorrir astutamente quando elas o perseguiam, de permitir-se ser apanhado mas nunca deixar que seu coração se comprometesse, necessitou somente de um olhar em Francesca Bridgerton e se apaixonou tão rápido e definitivamente que foi um milagre que pudesse permanecer de pé. Desgraçadamente para Michael, o sobrenome de Francesca seguiria sendo Bridgerton durante só trinta e seis horas mais, já que a ocasião dessa reunião era, infelizmente, um jantar para celebrar suas iminentes bodas com seu primo. Mas isso foi então e agora Michael é o conde e Francesca é livre, mas ainda ela pensa nele como nada mais que seu estimado amigo e confidente. Michael não se atreve a lhe falar de seu amor até uma perigosa noite, quando ela caminhou inocentemente a seus braços e a paixão se demonstrou ser mais forte que o pior dos segredos. 

O despertar do príncipe (Deuses do Egito #1), de Colleen Houck 
Quando a jovem de dezessete anos, Lilliana Young, entra no Museu Metropolitano de Arte certa manhã, durante as férias de primavera, a última coisa que esperava encontrar é um príncipe egípcio ao vivo com poderes divinos, que teria despertado após mil anos de mumificação.E ela realmente não poderia imaginar ser escolhida para ajudá-lo em uma jornada épica que irá levá-los por todo globo para encontrar seus irmãos e completar uma grande cerimônia que salvará a humanidade.Mas o destino tem tomado conta de Lily, e ela, juntamente com seu príncipe sol, Amon, deverá viajar para o Vale dos Reis, despertar seus irmãos e impedir um mal em forma de um deus chamado Seth, de dominar o mundo. 

A voz do arqueiro (Os signos do amor #4), de Mia Sheridan 
Cada livro da coleção Signos do Amor é inspirado nas características de um signo do Zodíaco. Baseado na mitologia de Sagitário, A voz do arqueiro é uma história sobre o poder transformador do amor. Bree Prescott quer deixar para trás seu passado de sofrimentos e precisa de um lugar para recomeçar. Quando chega à pequena Pelion, no estado do Maine, ela se encanta pela cidade e decide ficar. Logo seu caminho se cruza com o de Archer Hale, um rapaz mudo, de olhos profundos e músculos bem definidos, que se esconde atrás de uma aparência selvagem e parece invisível para todos do lugar. Intrigada pelo jovem, Bree se empenha em romper seu mundo de silêncio para descobrir quem ele é e que mistérios esconde. Alternando o ponto de vista dos dois personagens, Mia Sheridan fala de um amor que incendeia e transforma vidas. De um lado, a história de uma
mulher presa à lembrança de uma noite terrível. Do outro, a trajetória de
um homem que convive silenciosamente com uma ferida profunda. Archer pode ser a chave para a libertação de Bree e ela, a mulher que o ajudará a encontrar a própria voz. Juntos, os dois lutam para esquecer as marcas da violência e compreender muito mais do que as palavras poderiam expressar. 


O manuscrito, de Chris Pavone 
Não existe no mundo uma única pessoa que possa comprovar tudo o que está nestas páginas. Mas há uma pessoa que pode chegar perto disso. Há outras pessoas que poderiam, se devidamente motivadas, confirmar certos fatos. Talvez este livro seja a motivação para essas testemunhas, um impulso para revelarem suas verdades, para comprovarem esta história. Mas o autor não é uma dessas possíveis testemunhas. Porque, se o que você está lendo for um livro concluído, impresso, encadernado e distribuído para o mundo, é quase certo que eu já esteja morto. 

Zoo, de James Patterson e Michael Ledwidge 
Algo está acontecendo na natureza. Uma misteriosa doença começa a se espalhar pelo mundo. Inexplicavelmente, animais passam a caçar humanos e a matá-los de forma brutal. A princípio, parece ser algo que se dissemina apenas entre as criaturas selvagens, mas logo os bichos de estimação também mostram suas garras e as vítimas se multiplicam. A humanidade é presa fácil. Apavorado, o jovem biólogo Jackson Oz assiste à escalada dos acontecimentos. Ele já prevê esse cenário alarmante há anos, mas sempre foi desacreditado por todos. Depois de quase morrer em uma implausível emboscada de leões em Botsuana, a gravidade da situação se mostra terrivelmente clara. O fim da civilização está próximo. Com a ajuda da ecologista Chloe Tousignant, Oz inicia uma corrida contra o tempo para alertar os principais líderes mundiais, sem saber se as autoridades acreditarão em um fenômeno tão surreal. Mas, acima de tudo, é necessário descobrir o que está causando todos esses ataques, pois eles se tornam cada vez mais ferozes e orquestrados. Em breve não restará nenhum esconderijo para os humanos…


Olá, pessoal!

Vamos conferir os lançamentos de agosto da Editora Intrínseca?

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A sexta extinção: uma história não natural, de Elizabeth Colbert
Ao longo dos últimos quinhentos milhões de anos, o mundo passou por cinco extinções em massa. Hoje, a maior de todas as extinções vem sendo monitorada, e a causa não é um asteroide ou algo similar, e sim a própria raça humana. O surpreendente relato de qual pode ser o legado final da humanidade recebeu o prêmio Pulitzer de Não Ficção de 2015.

A sorte do agora, de Matthew Quick
Bartholomew passou seus quase 40 anos de vida morando com a mãe. Quando ela adoece e morre, ele descobre que não faz ideia de como viver sozinho. Até que um dia ele encontra, na gaveta de calcinhas dela, uma carta de Richard Gere. Convencido de que o ator vai ajudá-lo, ele começa a escrever uma série de cartas íntimas para Gere. Espirituoso e original, A sorte do agora é construído com a mesma inteligência e sensibilidade de O lado bom da vida.

Deixado para morrer, de Beck Weathers
Em 1996, um grupo de alpinistas empenhava-se em escalar o Everest até que uma inesperada tempestade atingiu a montanha, separando-os. Quando uma tentativa de resgate foi possível, Beck Weathers foi considerado sem chances de sobreviver e se viu abandonado na neve. O livro, um dos relatos que inspiraram o filme Evereste, mostra a luta pela vida em uma das montanhas mais perigosas do mundo.

A febre, de Megan Abbott

Deenie, Lise e Gabby formam um trio inseparável. Quando uma das três sofre uma inexplicável e violenta convulsão no meio da sala de aula, ninguém sabe como reagir… até que outras meninas começam a exibir sintomas similares. Envolto em teorias e especulações, o pânico se alastra pela cidade, e ameaça a frágil sensação de segurança de todos os envolvidos.

Casa de praia com piscina, de Herman Koch
Um médico renomado e extremamente cínico é convidado a levar a família para passar férias na casa de um de seus clientes, o famoso ator Ralph Meier. Depois de alguns dias monótonos, um grave incidente interrompe as férias e marca a vida de todos para sempre.

Minha professora é um monstro! (Não sou, não.), de Peter Brown
Beto tem a pior professora do mundo. Ela ruge, bate o pé e pode até te deixar sem recreio. Ela é um monstro! No livro, o autor e ilustrador Peter Brown ensina uma importante lição de forma leve e bem-humorada: Nem sempre as pessoas são o que parecem.

A ascensão da sombra, de Robert Jordan
Os lacres de Shayol Ghul se enfraquecem e a sombra se ergue para encobrir definitivamente a humanidade. Declarado o escolhido da antiga profecia, Rand al’Thor precisa seguir em frente e cumprir seu destino: proteger o mundo do retorno do Tenebroso. Quarto volume da série A Roda do Tempo.

O mundo imaginário de…, de Keri Smith
Outra contribuição às mentes criativas, o livro propõe a criação de um mundo completamente novo e inusitado, no qual o leitor deve cumprir uma série de tarefas para criar todos os detalhes de um universo particular.

Destrua este diário em qualquer lugar, de Keri Smith
Novamente questionando as convenções, o novo livro de Keri Smith tem como proposta levar a destruição criativa para todos os lugares. Com instruções simples, atividades novas e algumas das páginas clássicas de Destrua este diário, a obra celebra a imperfeição e a exploração.
sexta-feira, 21 de agosto de 2015

Avaliação: 4/5
Editora: Arqueiro / Cortesia
ISBN: 9788580414387
Gênero: Thriller Policial
Publicação: 2015
Páginas: 400
Skoob
O livro de John Verdon intitulado Peter Pan tem que morrer conta a história do detetive David Gurney, aposentado do Departamento de Polícia de Nova York. Gurney volta à ativa quando seu ex-colega Jack Hardwick faz uma visita em sua casa. Juntando esses dois e mais o advogado Lex Bincher, eles vão ao caso de Kay Spalter, uma mulher que foi condenada pela morte do marido, Carl Spalter.

Jack explica a David que acha que tudo foi armado contra Kay e que a investigação possui muitas falhas, indiciando Kay por um crime que ela não cometeu. Gurney então decide aceitar a investigação, mas primeiro ele quer descobrir quem matou e não anular o caso. 

Ambos irão se envolver com vários tipos de pessoas para resolver esse mistério. O detetive vai encaixando peças no quebra cabeça que as pessoas nem imaginariam que tinham ligação. O assassino é conhecido como Peter Pan devido ao seu tamanho, ele demonstra ser uma pessoa inteligente e ao mesmo tempo está disposto a tudo.


Este foi o primeiro livro do autor que li, e confesso que escolhi ele pelo nome e não pela capa. A história não me prendeu tanto quanto eu esperava. O livro narrado em 3ª pessoa e apesar dos seus capítulos serem pequenos, em alguns eu parava e não conseguia voltar, ficava sem vontade de continuar a ler. Mas, de um modo geral, o livro me surpreendeu com o caso e também com sua resolução no final, não era exatamente que eu estava esperando. Recomendo Peter Pan tem que Morrer para quem gosta de thriller policial.
quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Avaliação: 4/5
Editora: Galera Record/ Cortesia
ISBN: 9788501070180
Gênero: Sick-lit/ Jovem Adulto
Publicação: 2015
Páginas: 336
Skoob
A capa fofíssima de Amy & Matthew foi o suficiente para me deixar louca de vontade de realizar a leitura. Eu nem sabia direito do que se tratava a história, mas me surpreendi bastante ao encontrar protagonistas fortes, diferentes, divertidos, e um final surpreendente. O livro fala sobre esses dois adolescentes, que estudavam na mesma escola, mas nunca tiveram muito contato. Tudo muda quando Amy, a garota com paralisia cerebral, dá um jeito de se aproximar de Matthew. Desde sempre, ela era acompanhada na escola por tutores, até que percebeu que era por esse motivo que não tinha amigos, já que todos ficavam receosos a seu lado. Quem deu a dica para ela foi Matthew, o único que tinha coragem de ser sincero e dizer a verdade para ela. Por esse motivo, ela decide contratar estudantes para guiá-la nos intervalos das aulas, e faz de tudo para que ele seja um dos candidatos.

A princípio sem saber o motivo pelo qual Amy pediu que ele se candidatasse, Matthew não sabe se irá aceitar a oferta ou não. Depois de ser convencido pela própria garota, ele decide dar uma chance ao ‘trabalho’, mas sabe que não será fácil, pois ela possui uma série de limitações e precisa de muitos cuidados. Nos primeiros dias, ele leva um susto e pensa em desistir, mas, com o passar do tempo, percebe que Amy é uma garota comum, com medos, desejos e que também é capaz de se apaixonar. Assim como ele, Amy é capaz de ser sincera e mexer nas feridas mais profundas. É ela que faz com que Matthew enxergue que tem um problema com o qual deve aprender a lidar e superar – transtorno obsessivo compulsivo (TOC). Ela mostra para ele que, apesar da doença não impedi-lo de se locomover ou se comunicar, ainda é bastante grave e deve ser tratada, para que ele possa aproveitar a vida ao máximo.

Juntos, Amy & Matthew terão que enfrentar suas limitações, encontrar um jeito de passar por cima dos desafios. Antes de tudo, eles viraram grandes amigos. Eram alguém em quem podiam confiar e contar os desejos mais secretos. A aproximação dá lugar ao primeiro amor adolescente, que, em como toda relação da idade, é conturbada, cheia de obstáculos. Entre eles, a ida para a faculdade, mal entendidos, além da teimosia e orgulho por parte de ambos. 

O livro é cheio de reviravoltas, o que é bom para dar dinamismo à história e mostrar como as coisas podem mudar em curtos períodos de tempo, ao mesmo tempo em que é um ponto negativo, já que as coisas acontecem muito rápido e certos fatos são pouco desenvolvidos. Achei que a autora, em certo ponto, quis colocar muitos elementos e deixou a história um pouco corrida. Ainda assim, é uma obra muito boa e a reviravolta final surpreende muito, já que foge do clichê e é bem realista.


O ponto alto da história é a amizade construída por Amy & Matthew. Eles são bem diferentes, mas encontram um no outro um porto seguro, uma forma de enfrentar seus próprios problemas. Desde que se aproximaram, sempre estiveram prontos para ajudar um ao outro, e a forma como isso é abordado é muito bonita. A narrativa da história é morna em certos momentos, o que a torna um pouco arrastada, mesmo que isso não comprometa a leitura. Apesar de suas falhas, como o excesso de reviravoltas e a demora para chegar na conclusão, Amy & Matthew é um livro muito bom e passa uma linda lição: ensina que todos somos iguais, ninguém é perfeito, e mostra que é preciso amar alguém também pelas suas fraquezas.

Por Camila Tebet
segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Editora: Civilização brasileira / Cortesia
ISBN: 9788520009192
Publicação: 2015
Páginas: 560
Skoob
O livro “Mitos Clássicos atiçou minha curiosidade desde o instante que a editora divulgou seu lançamento, a temática do livro é bem distinta do que estou acostumada a ler, mas valeu muito a pena me aventurar nesse tipo específico de literatura, o livro não apresenta uma história em si, mas várias delas, trata-se de um guia sobre os principais mitos gregos e romanos, nele presenciamos grandes histórias, mitos que se perpetuaram através dos séculos e nunca perderam seu encanto. Quem nunca ouviu falar da Guerra de Tróia, a história de Deméter e Perséfone, ou ainda, os poemas épicos de Homero–Ilíada e Odisseia, dentre tantas outras histórias.

O livro tem um estrutura simples e extremante funcional, inicialmente a autora nos introduz ao tema de sua obra, explica-nos de maneira breve o que são os mitos e a razão pela abrangência da mitologia grega sob a romana aqui apresentadas. É necessário que o leitor tenha em mente que esse não é o tipo de livro para ser devorado, a leitura deve ser feita em pequenas doses, desta forma o leitor poderá se deleitar com os conhecimentos que poderá absorver durante sua jornada, poderá ver por si quão fascinante e prazerosa será sua leitura.

Falar sobre mitologia pode causar certa confusão, este é um assunto de difícil compreensão, por vezes, confundirmos a origem de certos mitos, geralmente por alguns deles possuírem várias versões, imagine um telefone sem fio, a mensagem final não será a igual a mensagem transmitida inicialmente, essa ideia também se aplica aos mitos.

A classista Jenny March criou um guia autoexplicativo de fácil compreensão para os leigos no assunto, depois dessa breve introdução, a autora aborda acerca da criação do universo e o nascimento dos deuses, em seguida o assunto é mais aprofundado, sendo dedicado aos deuses do Olimpo, mas adiante a obra se volta para a humanidade e sua origem, fala de grandes dinastias e dos famosos mitos da Grécia Antiga, lá pelo décimo quarto capítulo, a autora parte para os mitos de Roma, essa parte em especial foi a que mais apreciei, gosto de mitos, gostos de história e lendas, falar sobre Roma é prato cheio para mim, sou fascinada por essa parte da história, tanto pelos mitos quanto pelos fatos verídicos.

No geral, o livro cumpre o que promete, a estrutura é muito bem trabalhada, a parte gráfica da obra agrada visualmente, os mapas que estão localizados no início são precisos e claros, além disso, o livro vem com sumário no qual contém os capítulos e ao fim temos um índice completo com os diferentes mitos catalogados. A obra “Mitos Clássicos” é uma leitura inspiradora e rica em detalhes.

Editora: Difel / Cortesia
ISBN: 9788574321370
Publicação: 2015
Páginas: 728
Skoob

Junto da leitura anterior, acabei lendo “Tudo o que precisamos saber, mas nunca aprendemos, sobre Mitologia“. A obra escrita pelo historiador norte-americano Kenneth C. Davis é muito mais extensa que “Mitos Clássicos” e abrange uma quantidade maior de informações. 


Em Tudo o que precisamos saber, mas nunca aprendemos, sobre Mitologia”, o autor narra de forma bem-humorada sobre os grandes mitos mundias, além disso, faz referência as obras literárias que lhes deram origem. O livro tem um abordagem diferenciada, o autor analisa os mitos criados pelas civilizações antigas relacionando-os às suas histórias e conquistas, a partir da perspectiva ocidental.

Esses povos em sua maioria eram teocráticos – seja no Egito, na China ou na Mesoamérica – , não havia separação entre religião e Estado, a ligação existente entre o homem e seus deuses era o pilar do funcionamento do governo, podendo ser controlado por um líder religioso ou um sacerdote, segundo o desejo de sua(s) divindade(s). Em outras palavras, a história das grandes civilizações caminha de mãos dadas aos mitos, esses permanecem tendo uma forte influência nos dias atuais.

Como mencionado, neste guia histórico, Kenneth C. Davis  apresenta ao leitor dúvidas comuns e curiosas sobre a história da humanidade.  Ao início de cada capítulo, o autor através de questionamentos práticos – O que são mitos?  Quem foi o homem que “descobriu” Troia? Quando o mito se torna religião? Por que o Egito era o “presente do Nilo”? O que há de tão grande na “Grande Pirâmide”? O que há de especial no “berço da civilização”? A Torre de Babel ficava na Babilônia? O que três mágicos persas foram fazer em Belém no nascimento de Jesus? Como uma deusa furiosa criou as estações do ano? Como o homem obteve o fogo? É verdade que os astecas pensaram que os espanhóis eram deuses?, etc – , que tende a prender a atenção do leitor e,  em seguida, discorre sobre eles.

Os mitos tornaram-se parte de nós, apesar de vivenciá-los atualmente, é necessário entendermos sua origem e diversificações ao longo dos tempos, cada época os situará em seu contexto histórico,  às vezes, sua interpretação ganhará um novo sentido. Compreender a mitologia parece fácil, mas para chegarmos onde estamos, houve um árduo trabalho de historiadores, arqueólogos, cientistas, entres outros especialistas. O livro reúne um coleção de dúvidas, curiosidade e conhecimento, um guia completo e estruturado sobre mitologia.

Avaliação: 3,5/5
Editora: Galera Record/ Cortesia
ISBN: 9788501103123
Gênero: Young Adult
Publicação: 2015
Páginas: 256
Skoob
Naomi e Ely são melhores amigos desde sempre, eles cresceram juntos e sempre dividiram tudo, mas Naomi ama Ely mais do que deveria, apesar de fazer muito sucesso entre os garotos e ter um ex-namorado, Bruce – o primeiro, que ainda a ama, ela sonha que um dia ela e Ely ficarão juntos para sempre e acredita que os ambos pertencem um ao outro. Já Ely não vê Naomi dessa maneira, ele a ama também mas não da maneira que ela gostaria, ele prefere os garotos.

Para preservar a amizade e evitar desentendimentos, os dois decidem criar uma lista, a lista do não beijo, com nomes de garotos que nenhum dos dois pode ficar. Tudo está indo perfeitamente bem até que Ely acaba beijando Bruce – o segundo, o atual namorado de Naomi. Essa traição abala demais a amizade dos dois e Naomi fica sem namorado e sem o seu melhor amigo.

O livro é narrado em primeira pessoa e os capítulos se revezam não só entre Naomi e Ely, mas também entre os personagens secundários, o que torna muito mais interessante a dinâmica da história e dá pra ter uma noção muito mais ampla dos acontecimentos.
Os dois moram no mesmo prédio, e fica difícil fugir das fofocas dos vizinhos, todos acabam se envolvendo de alguma forma na confusão criada pelos dois. Chega a ser engraçado algumas situações que a briga dos dois proporcionam.

Ambos são muito orgulhosos e não dão o braço a torcer, Naomi se recusa a perdoar a traição, e Ely se recusa a admitir que cometeu um erro ao beijar o namorado da melhor amiga, para ele não foi nada demais até por que Bruce, o segundo, gostou do beijo. Isso irrita Naomi e confesso que também me irritou muito! Como alguém que sempre esteve do seu lado te trai e age como se não tivesse feito nada de errado?


A edição do livro está muito bonita e é um livro de leitura bem rápida e fácil. Os personagens em alguns momentos se expressam por símbolos, alguns são fáceis de serem interpretados já outros confesso que “penei” um tiquinho para entender, mas isso não chega a atrapalhar a leitura.

Apesar de ser um livro bacana, não foi o meu favorito do autor, acredito que por esperar demais da história acabei me decepcionando um pouco. É uma história bacana sobre amizade mas não chega a ser uma livro incrível.

Naomi & Ely e a lista do não beijo garantiu 3,5 estrelas! Se você curte histórias sobre amizade, fica a dica dessa leitura!

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Avaliação: 5/5
Editora: Galera Júnior /Cortesia
ISBN: 9788501102706
Gênero: Infantojuvenil
Publicação: 2015
Páginas: 270
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Você com certeza conhece a história de João e Maria. Bom, você provavelmente conhece apenas uma parte dela. Assim como diversos contos antigos que são contados até os dias atuais, João e Maria passou por muitas adaptações ao longo dos anos. Muitos detalhes sombrios foram sendo pouco a pouco retirados e o que sobrou foram versões mais “softs” que podem ser contadas para todas as idades.


O autor americano Adam Gidwitz, neste livro “Um Conto Sombrio dos Grimm”, tenta trazer novamente os aspectos originais de João e Maria, escrito pelos Irmãos Grimm. Além de contar a narrativa por completo, Gidwitz adaptou a linguagem para os dias atuais e escreve alguns comentários pessoais sobre o que achou sobre os diversos capítulos do livro.

Não vou entregar muito sobre o que acontece com os nossos dois protagonistas, pois não quero acabar com a surpresa de ninguém. Porém, alerto aos futuros leitores que esperem de tudo neste livro, menos uma história infantil. Os obstáculos encontrados vão muito além da “bruxa” na casa de doces. Nas primeiras páginas entendemos que os dois estavam condenados ao sofrimento muito antes de nascerem.

Aliás, ao dar-me conta de quantos fatos foram omitidos ao longo dos anos, fiquei refletindo o quanto o famigerado “politicamente correto” foi tomando conta do nosso cotidiano. Será que hoje realmente somos mais liberais do que as gerações anteriores? Ou será que estamos ficando conservadores demais? Não vejo uma resposta clara para estas perguntas, mas fica aí a reflexão.

Voltando à narrativa, apesar do lado macabro, os comentários de Gidwitz tem um lado cômico, quase como se ele estivesse ao seu lado lendo com você. Em vários momentos satiriza a inocência de ambas as crianças e ao mesmo tempo nos ajuda a vê-los não apenas como simples personagens, mas o lado humano de cada um deles.


O livro em si me surpreendeu muito, pela riqueza de detalhes que essa história tem e por acabar com o mito do politicamente correto nos contos de fada. Fiquei com vontade de ler todas as histórias dos Irmãos Grimm, mas dessa vez em suas versões originais. A edição também está muito bonita, com pequenas ilustrações no começo de cada capítulo. A leitura é muito rápida, visto que apesar de ter 270 páginas, as letras e os espaçamento entre as linhas são bem grandes.